Don Melchor: prova vertical do primeiro grande ícone chileno e estudo de 23 safras.

Texto e notas de prova: Gustavo Guagliardi Pacheco; Imagens: Marcus Verol.

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Introdução e breve histórico

Década de 1980, Valle del Maipo, Chile. Uma indústria vitivinícola já se desenvolvia com certa desenvoltura, mas o país ainda não havia despertado para o fato de que, ali, poderia ser feito algo de muito melhor. A produção de vinhos de alta gama era ainda incipiente, sendo a exceção em uma cena dominada pela demanda crescente, com foco no quantitativo em detrimento da qualidade. Foi neste contexto que começou a se materializar um grande sonho na Vinícola Concha y Toro, que mudaria para sempre o destino da vitivinicultura chilena.

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O Sonho de se fazer um Vinho Ícone

Impulsionados pelo sucesso dos vinhos americanos no Julgamento de Paris,  a indústria vinícola do Chile, diante do grande potencial de suas terras, começa a olhar pra si vislumbrando a possibilidade de realizar vinhos de alta qualidade.

A aventura se inicia quando Don Eduardo Guilisasti Tagle, envia Rafael, seu filho e o então enólogo encarregado, Goetz Von Gersdorff, à França. Munidos de algumas amostras dos melhores Cabernets que até então haviam feito daquela vinha à margem norte do Maipo, conhecida como Puente Alto, tinham como alvo o professor Émile Peynaud, tido hoje como pai da enologia moderna e já aquela época, reconhecido pelo trabalho de vanguarda na Universidade de Bordeaux.

Impressionado pela qualidade do vinho provado, Peynaud aceita o convite para avaliar in loco se naquelas terras havia mesmo motivos para acreditar na feitura de um grande vinho e reconhece imediatamente que ali estavam os fundamentos (leia-se terroir) para resultar em algo de muito sério. Antes mesmo de regressar, tratou de indicar seu colaborador mais próximo, Jacques Boissenot, assessor de destacados châteaux franceses, para estar à frente daquele promissor projeto.

Estavam plantadas as sementes para o surgimento daquilo que viria a se tornar o primeiro rótulo reconhecido como ícone do Chile: Don Melchor.

 

A Inspiração

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O nome do vinho, nada mais é do que uma justa homenagem ao empresário e político chileno Don Melchor, também conhecido à época como Marquês de Casa Concha (título dado pela coroa espanhola). Foi ele quem, em 1883, ao lado de sua esposa, Dona Emiliana de Subercaseaux, trouxe e plantou as primeiras mudas de cepas bordalesas na parte alta do Valle del Maipo, nos arredores de Santiago, fundando assim a Concha y Toro, hoje 2a maior vinícola do mundo (atrás da americana E. & J. Gallo Winery).

 

Localização é tudo

A matéria prima para o Don Melchor sai de vinhas situadas na pré-cordilheira andina, a 650 m do nível do mar, na localidade de Puente Alto, porção setentrional do Alto Maipo. O terroir é considerado de excelência para a produção da Cabernet Sauvignon.

A origem do solo é aluvional, composto por material trazido dos Andes pelo rio Maipo. Pobre em nutrientes e muito diverso em sua estrutura, que compreende rochas de origem vulcânica e cascalhos resultantes da erosão de milhares de anos pelos glaciares andinos, tem ótima drenagem, o que ajuda a limitar o crescimento vegetativo das vides.

O clima é mediterrâneo semiárido, com luz solar abundante e a influência decisiva de ventos frios que descem da cordilheira provocando grande amplitude térmica durante o período de maturação, no verão, quando os termômetros podem oscilar dos mais de 30°C diurnos aos 7°C à noite. Sob tais condições, o amadurecimento dos taninos é lento, preserva-se o frescor, e consegue-se alta concentração de cor, aromas e sabores da fruta.

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Don Melchor: da vinha à bodega

São, no total, 127 hectares, dos quais 90% são plantados com vinhas de Cabernet Sauvignon com 30 anos de idade média. O restante do vinhedo é distribuído entre Cabernet Franc (7,1%), Merlot (1,9%) e Petit Verdot (1%), divididas em 7 parcelas muito particulares.

“Depois de observar o vinhedo de Puente Alto ano após ano, identificamos pequenas diferenças nas videiras, e as dividimos em sete blocos – seis de Cabernet Sauvignon e um de Cabernet Franc – cada qual com uma identidade própria e passamos a manejar a vinha fila por fila, observando-se as necessidades de cada planta, para transmitir essas características únicas ao blend”, conta Enrique Tirado, o homem por trás do vinho.

Com cerca de 4 mil vides por hectare, os rendimentos são baixos, não excedendo o quilo de uva por planta ou o equivalente a uma garrafa para cada videira. Mas definitivamente, não é tudo que vai para Don Melchor; colhidos os cachos, haverá seleção rigorosa e só ficarão os melhores bagos.
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O momento da colheita também é individualizado para cada parcela. Ela se dará de meados de Abril ao início de Maio, sempre de forma manual. As uvas serão vinificadas em separado em pequenos tanques de aço inoxidável, sob temperatura estável e controlada de 25 a 28°C, por período de 20 a 30 dias, com remontagens diárias durante a fermentação. Segue-se um período estendido de maceração, para melhor extração de cor, aromas e taninos – com toda a qualidade do seu terroir, “o enólogo não é tão importante assim”, confessa Tirado, adepto de uma escola minimamente invasiva de se vinificar.

Antes de realizar a mistura final, os vinhos são mantidos por mais algumas semanas em tanques individuais para cada parcela, pois, dadas as suas distintas características, também se comportarão de forma diferente durante os processos.

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Só aquilo que de melhor resultar, irá compor o lote. Assim, uma nova safra de Don Melchor nasce quando se define qual proporção das diversas parcelas do vinhedo formará a mistura final. Feito isso, inicia-se o estágio em barris de carvalho francês dos bosques de Allier, Tronçais e Nevers, dois terços deles novos.

Durante o período de armazenamento, são realizadas 4 trasfegas, de modo a favorecer a evolução e separar as borras formadas até então. Após 15 meses nas barricas, ocorre o engarrafamento, que será seguido de mais um ano de descanso nas caves.

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A cada safra desde a sua primeira edição em 1987, a composição de Don Melchor muda um pouco. Inicialmente concebido como um varietal de Cabernet Sauvignon (à exceção de 1995 quando recebeu 3% de Merlot), Don Melchor tornou-se corte tão logo Enrique Tirado assumiu como winemaker responsável em 1999.

Tirado experimentou a Cabernet Franc em 1999, voltou atrás em 2000, mas a partir de 2001, passou a elaborar Don Melchor regularmente com alguma porcentagem de Cabernet Franc, sempre abaixo dos 10% (mais comumente ao redor dos 6%).

 

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Avaliação de 23 consechas (Vertical com 14 safras + provas livres)

No ano em que completa sua trigésima colheita, rendemos nossa justa homenagem ao grande ícone chileno, reunindo 14 de suas safras em uma inesquecível prova, realizada no dia 13 de Julho de 2017 – junto, segue também a avaliação de outras 9 safras degustadas em outras oportunidades, num total de 23 das 27 safras lançadas até o momento (1987 a 2013 – a previsão é que 2014 “saia” ainda este mês – Set/2017).

 

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Don Melchor, flights e notas de prova

 

1o flight, de 1987 a 1992: mostraram-se com muito vigor de carvalho jovem e pouca maturação da fruta neste início de projeto. Vinhas ainda jovens não conferiram profundidade nem longevidade para os termos de uma boa experiência com a longa guarda. Mas estavam ali, vivos e dialogantes. 

 

Don Melchor 1987, Puente Alto, Valle del Maipo: 76 GGP

A primeira safra do primeiro cult wine sulamericano. Granada escuro, algo opaco e o domínio quase absoluto da tosta ao nariz, resumindo a fruta a um tênue figo seco. Bom corpo, acidez baixa e taninos afáveis, com razoável evolução em taça e final com a madeira e os empireumáticos ainda mais predominantes. De valor histórico. 13,5%.

 

Don Melchor 1988, Puente Alto, Valle del Maipo: 86 GGP

Vermelho acobreado, com borda clara. Boas notas de cedro permeadas por frutas negras adocicadas, tabaco e sutis terciários de couro. Médio corpo, com o perfil defumado acima dos frutos escuros se confirmando em uma boca de taninos gentis, algum frescor e boa persistência. 13,5%.

 

Don Melchor 1992, Puente Alto, Valle del Maipo: 82 GGP

Rubi médio, tons grená. A tosta e o carvalho se sobrepõem à fruta, com herbáceos, estes sim, em bom tom. Taninos resolvidos, médio a bom corpo e acidez suficiente, perfil madeirado traz vigor mas é desproporcional ao todo. 13,5%.

 

2o flight, de 1993 a 1998: um flight melhor já que as vinhas amadureceram. No geral, há sensivelmente mais fruta, algo menos barrica – embora sigam muito evidentes – com vinhos em estilo mais homogêneo, ainda que sobrem em secundários ao envelhecer. 

 

Don Melchor 1993, Puente Alto, Valle del Maipo: 85 GGP

Vermelho-rubi de média tonalidade, anel alaranjado. Exala framboesas e amoras frescas, barrica elegante e uma discreta pelica. Menos substancioso, mais elegante, taninos finos e sedosos, algo cansado no meio de boca, mas ainda guarda o frescor da fruta vermelha para torná-lo bastante agradável. 12,2%.

 

Don Melchor 1994, Puente Alto, Valle del Maipo:  90 GGP

Rubi escuro, alguma turbidez. Notas de cassis e ameixas passificadas em bom compasso com a barrica, a especiaria doce e o tabaco. Taninos polidos e ainda com boa definição de fruta, aliando tensão a bom corpo a taninos adocicados. Bela mostra de Cabernet chileno que evoluiu com sabedoria. Bom final, não muito longo. 12,6%.

 

Don Melchor 1995, Puente Alto, Valle del Maipo: 84 GGP

Coloração vermelha de boa intensidade, halo alaranjado. Assemelha-se à safra 1992. Não há mais, muita fruta, notas secundárias de barrica e tosta sobrepujam o conjunto. Bom passo de boca, taninos finos, médio porte, final especiado mas, ainda assim, com a madeira uns tons acima. 13%.

 

Don Melchor 1996, Puente Alto, Valle del Maipo: 88 GGP

Granada em cor com bordos atijolados. Nariz de cerejas e ameixas pretas, menta, tabaco, chocolate em pó, um toque de resina e outro couro. Muito bem na acidez, médio corpo, leve picância, taninos elegantes, chama a atenção pelo seu belo frescor do início ao fim. 12,8%.

 

Don Melchor 1997, Puente Alto, Valle del Maipo: 85 GGP

Vermelho-sangue escuro, halo pálido. Defumados da barrica e sugestões vegetais verdes bem acima da fruta. Com bastante acidez, é intenso desde o ataque, dando cabo a um palato robusto, vigoroso, taninoso e picante. Rústico, um pouco desequilibrado e melhor à mesa. 13,1%.

 

 

Don Melchor 1998, Puente Alto, Valle del Maipo: 86 GGP

Grená de média tonalidade, bordos acobreados, translúcido. Ao olfativo predominam as notas de eucalipto e cedro que sobrepõem-se em muito à fruta já débil. Médio em seu corpo e acidez, baixa tanicidade, magro e discreto porém agradável e dialogante. 13%.

 

3o flight, de 1999 a 2004: período soberbo, com os vinhos, já profundos, ainda opulentos, mostrando pureza e elegância, preservando a fruta seca ou madura e, finalmente, com lugar para expressarem as facetas da boa guarda. 

 

Don Melchor 1999, Puente Alto, Valle del Maipo: 90 GGP

Granada escuro, halo atijolado. A referência ao Médoc é patente, com cassis maduros e um cedro intenso secundados por especiarias doces, alcaçuz e couro. De corpo médio a bom, acidez ajustada, barrica equilibrada, taninos macios e uma ótima e duradoura fruta em seu acabamento. 13,8%.

 

Don Melchor 2001, Puente Alto, Valle del Maipo: 92 GGP

Rubi de boa intensidade, de início discreto no fruto escuro, um pouco de terra e alguns temperos, evoluindo ao longo da prova com cassis mais exuberantes permeados por toques de baunilha e chocolate escuro. Firme, texturado e de certo sentimento umami, tem a barrica a seu favor, uma acidez brilhante e no pós-boca, saltam o grafite e o frescor de um leve hortelã. 14%.

 

Don Melchor 2002, Puente Alto, Valle del Maipo: 93 GGP

Rubi escuro, halo grená. Nariz de caixa de charutos, especiarias, frutas escuras e baunilha permeados por eucaliptos e toques herbáceos. Encorpado, seus taninos passam sensação ligeiramente calcária em oposição à fruta limpa e à acidez quase cítrica, o álcool e a barrica encontram-se em perfeito equilíbrio. Finda longo. 14,1%.

 

Don Melchor 2003, Puente Alto, Valle del Maipo: 94 GGP

Rubi escuro, reflexos brilhosos. De grande elegância já ao nariz, com pequenos frutos do cassis frescos, secundados por caramelo, fumados e tons florais e canforados. Seduz em uma boca seca de linda acidez e com uma sólida estrutura tânica suportando a fruta, que ainda se encontra altiva e emoldurada até o fim por chocolate amargo e café torrado. 14,2%.

 

Don Melchor 2004, Puente Alto, Valle del Maipo: 93 GGP

Vermelho escuro ainda bem jovem. Groselha preta negra um tom abaixo da madurez, tabaco, terra e algumas notas salgadas frescas de sálvia e eucalipto. Na boca,  a fruta parece mais vermelha, há tensão, suculência e ótima integração com taninos medianamente granulados. Seu caudelie é fino de média persistência. 14,5%.

 

4o flight, de 2005 a 2009: janela excepcional, onde o que se viu foram garrafas em momentos bem especiais de suas vidas, senhoras do seu calor natural, mostrando vigor, profundidade e afirmando um estilo. 

 

Don Melchor 2005, Puente Alto, Valle del Maipo: 92 GGP

Ainda bem tingido à rubi profundo. Especiarias, toques terrosos e madeira acima dos cassis; seguem-se notas de carne defumada e uma sutil ponta de lápis. Corpo beirando o bestial, taninos viris, acidez média. Perfil mais muscular, cheio e pegado, com bons anos em garrafa pela frente. 14,5%.

 

Don Melchor 2006, Puente Alto, Valle del Maipo: 92 GGP

Rubi escuro e opaco, tons violáceos, exibe-se em frutas doces e azuis entrelaçadas com notas de alcaçuz, baunilha, alcatrão, violetas e uma leve pimenta. Encorpado, sentimento umami, acidez média, taninos macios e um palato de boa profundidade, findando levemente adocicado. 14,5%.

 

Don Melchor 2007, Puente Alto, Valle del Maipo: 93 GGP

Vermelho escuro, halo rubi médio. É carregado com frutas pretas maduras densamente embaladas, cassis, café, tabaco, um toque cítrico, outros de pimenta. Pleno, corpulento e apoiado por uma estrutura densa de taninos finamente granulados em meio à ótima fruta. Acabamento longo e espesso. 14,6%.

 

Don Melchor 2008, Puente Alto, Valle del Maipo: 93 GGP

Vermelho-rubi tendendo ao púrpura. Profuso em cassis, que envolvem notas de carne cozida, anis, sávia e bosque úmido. Bem equilibrado e encorpado, sólido, sedoso, acidez média a baixa, é de grande riqueza ao palato, apresentando-se frutado mas também apropriadamente barricado e herbáceo, o que lhe confere um ar de sofisticação. Longo. 14,8%.

 

Don Melchor 2009, Puente Alto, Valle del Maipo: 92 GGP

Aspecto escuro-avermelhado, com algum sedimento em fundo de copo. Algumas frutas vermelhas, muitas negras, toques terrosos, tabaco, achocolatado. Muito vivo e vibrante, taninos mastigáveis, corpulento, volumoso e portentoso, sensação de álcool. Finda longe enaltecendo o chocolate. 14,7%.

 

5o flight: toda a pureza e a profundidade do vinhedo e agora a toada era a madurez, com um fruto jovial e concentrado, boas doses de especiarias e o emprego muito apropriado do carvalho. Opulência, calor, taninos de qualidade imensa, tudo com muito equilíbrio e foco. De grande prazer desde já, mas de regra, com grande potencial de envelhecimento.

 

Don Melchor 2010, Puente Alto, Valle del Maipo: 95 GGP

Sugestões de pequenos bagos silvestres macerados É terroso, com os hortelãs os eucaliptos dando o tom, mas com os frutos negros pisados se fazendo bem presentes. Muito boa acidez, firmeza e grande porte, taninos deliciosamente ásperos ao palato. Final generoso, meditativo e um leve sopro mineral. 14,6%.

 

Don Melchor 2011, Puente Alto, Valle del Maipo: 94 GGP

Vermelho-rubi intenso, veios púrpura. Precisa de mais tempo em taça, é extremamente sério, mas ao se abrir, o faz com estilo, revelando uma paleta rica em frutos vermelhos e negros maduros, especiarias, cedro e ervas na medida certa. Taninos impositivos, rumando pra sedosidade, palato denso, guloso e um final complexo. 14,6%.

 

Don Melchor 2012, Puente Alto, Valle del Maipo: 94 GGP

Rubi denso com um leve matiz roxo, límpido. Nariz de groselhas pretas e adocicadas, outras bagas escuras, carvalho, mentol e leve manteiga queimada. Quase cheio, macio, rico, de boa concentração e intensidade, fruta de qualidade dominando a prova, madeira luxuosa, taninos rugosos, estrutura sólida. De muito boa extensão, alia pujança à certa finesse. 14,5%.

 

Don Melchor 2013, Puente Alto, Valle del Maipo: 92 GGP

Cor púrpura escura, ameixas e cassis maduros, tostados de barrica e um bom recorte vegetal. De grande acidez a complementar a potência, dispõe taninos ainda um tanto mordedores, fim de boca quente, mas o todo revela-se suculento e substancioso. Ainda jovem, seu acabamento é alongado e algo rústico. 14,5%.

 

Degustados em:

Jan/2012: 1995; Set/2012: 1997, 2005; Set/2013: 1998; Jan/2015: 1988, 1996, 2002; Fev/2015: 1994; Nov/2016: 1987, 1992, 2003, 2011; Jul/2017: 1988, 1993, 1999, 2001, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013.

Por razões de ordem didática, optamos por agrupar os debriefings dos vinhos acima em ordenamento cronológico, incluindo-os, mesmo aqueles degustados em separado, nos flights da “vertical de 14 safras”.

Atenderam à esta prova: Alessandro Meneghel, Alexandre Braga, Daniel Pereira, Dario Guagliardi, Fred Fischer, Gustavo Pacheco, Gustavo Pingo, Helio Cordeiro, Jeferson da Cruz, Luis Lellis, Luiz Octávio de Moura, Marcelo Temporão, Mario César, Nelson Mariano, Rogerio Peres.

Agradecimentos: Marcus Vinicius Verol (Co-autoria), Arley Firmino (Executivo de Vendas da VCT Group of Wineries) e Paulo Cunha (Representante na VCT Group of Wineries).

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